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Covid-19: Rússia pretende registrar vacina na próxima semana

Imunização da população está prevista para começar em outubro; falta de dados traz preocupações sobre segurança e eficácia

Por Da redação
Atualizado em 7 ago 2020, 18h47 - Publicado em 7 ago 2020, 12h33
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  • 'O pico [de surtos da Covid-19] ainda não foi atingido. Estamos diante do estágio mais intenso da luta contra a epidemia', disse o presidente russo, Vladimir Putin, nesta terça-feira, 28 - 28/04/2020 (Alexei Druzhinin/Kremlin/Divulgação)

    A Rússia anunciou nesta sexta-feira, 7, que o registro da vacina contra a Covid-19 desenvolvida no país será oficializado na quarta-feira, 12. Caso isso se concretize, o país será o primeiro no mundo a ter um imunizante aprovado para combater a doença.

    “O registro da vacina desenvolvida no Gamaleya Center ocorrerá em 12 de agosto. Agora, o último estágio, o terceiro, está em andamento. Esta parte do teste é extremamente importante. Temos que entender que a vacina em si deve ser segura. Médicos e cidadãos idosos serão os primeiros vacinados”, disse o ministro da Saúde, Oleg Gridnev, à imprensa local.

    LEIA TAMBÉM: Quando a pandemia apressa a ciência

    Em julho, o país anunciou pretende iniciar a imunização da população em outubro. Entretanto, a comunidade médica traz sérias preocupações com a segurança e efetividade de uma vacina produzida tão rapidamente.

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    A fase 3 de testes, último estágio antes da aprovação dos agências reguladoras, confirma a segurança da vacina em milhares de pessoas e comprova sua eficácia. Ou seja, se ela de fato é capaz de proteger contra a infecção pelo novo coronavírus. Porém, de acordo com o ministro russo, a efetividade da vacina será comprovada com a sua aplicação na população.

    O imunizante desenvolvido pelo pelo Instituto Gamaleya, com sede em Moscou, é feito com dois componentes injetáveis. A combinação ofereceria proteção contra a Covi-19. A principal preocupação da comunidade científica é que a Rússia não divulgou dados aprofundados sobre os testes realizados com a imunização, o que eleva os temores de que o país esteja pulando etapas importantes.

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