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China afrouxa restrições a investimento externo em zonas de livre comércio

Entre as mudanças anunciadas, os investidores não terão mais que conduzir exploração e desenvolvimento de petróleo e gás natural por meio de joint ventures

Por Da Redação 30 jun 2018, 16h16
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  • Trabalhador durante inspeção de rotina de válvulas de gás natural em Langzhong, China
    Entre as mudanças anunciadas está a redução das restrições à exploração de petróleo e gás (Reuters/VEJA)

    A China flexibilizou ainda mais as restrições impostas ao investimento estrangeiro em suas zonas de livre comércio, no mais recente passo para cumprir sua promessa de abrir a economia.

    Publicando uma ‘lista negativa’ revisada para investimento nessas zonas, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal planejadora econômica da China, anunciou que serão reduzidas as restrições à exploração de petróleo e gás, produção de combustível nuclear e telecomunicações.

    Entre as mudanças anunciadas, os investidores estrangeiros não terão mais que conduzir exploração e desenvolvimento de petróleo e gás natural por meio de joint ventures. A comissão também informou que será suspensa a proibição do investimento estrangeiro na produção de combustível nuclear e minerais radioativos.

    Também serão flexibilizados os limites de investimento estrangeiro na criação de novas variedades de culturas e produção de sementes de trigo e milho. Ainda, a abertura de telecomunicações de valor agregado será expandida da zona de livre comércio de Xangai para outras áreas.

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    Desaceleração

    O crescimento do setor manufatureiro da China desacelerou em junho, após um desempenho melhor do que o esperado em maio, segundo dados oficiais. As crescentes tensões comerciais com os Estados Unidos alimentam preocupações sobre uma desaceleração na segunda maior economia do mundo.

    A economia da China já sentiu o aperto de uma ofensiva de vários anos sobre empréstimos mais arriscados, que elevou os custos para as empresas, o que fez o Banco Central chinês injetar mais dinheiro, reduzindo as exigências de reserva para os credores.

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