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PF mira Frederick Wassef, Cid, o pai dele, e outro ajudante de Bolsonaro

Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, dois em Brasília, um em São Paulo e um em Niterói

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 13 Maio 2024, 22h52 - Publicado em 11 ago 2023, 07h59
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  • O tenente-coronel Mauro Cid durante depoimento à CPMI do 8 de Janeiro
    O tenente-coronel Mauro Cid durante depoimento à CPMI do 8 de Janeiro  (Pedro França/Agência Senado)

    A Polícia Federal deflagrou nesta sexta a Operação Lucas 12:2, que tem o objetivo de esclarecer a atuação de associação criminosa constituída para a prática dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

    Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, sendo dois em Brasília, um em São Paulo e um em Niterói. Um dos alvos das buscas é o pai de Mauro Cid, o general Lourena Cid. O advogado de Jair Bolsonaro Frederick Wassef também é alvo, ao lado do próprio Mauro Cid e de outro ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Osmar Crivelatti.

    “Os investigados são suspeitos de utilizar a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado brasileiro, por meio da venda desses itens no exterior”, diz a PF.

    Os valores obtidos dessas vendas foram convertidos em dinheiro em espécie e ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores.

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    Os fatos investigados configuram em tese os crimes de peculato e lavagem de dinheiro. As ações ocorrem dentro do inquérito policial que apura a atuação do que se convencionou chamar “milícias digitais” em tramitação perante o Supremo Tribunal Federal.

    O nome da operação é uma alusão ao versículo 12:2 da Bíblia, que diz: “Não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido”.

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