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Cobrança do BB

O Grêmio pode ficar sem sua casa logo na largada do Campeonato Brasileiro. O clube gaúcho e a encrencada OAS, que opera a Arena do Grêmio, haviam negociado com Banco do Brasil, Santander e Banrisul, os financiadores da arena, para que parte da receita do estádio se destinasse à sua operação e o que restasse […]

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 Maio 2015, 10h32 | Atualizado em 31 jul 2020, 01h24
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Arena do Gremio

Arena do Grêmio pode fechar os portões

O Grêmio pode ficar sem sua casa logo na largada do Campeonato Brasileiro. O clube gaúcho e a encrencada OAS, que opera a Arena do Grêmio, haviam negociado com Banco do Brasil, Santander e Banrisul, os financiadores da arena, para que parte da receita do estádio se destinasse à sua operação e o que restasse fosse pago aos bancos.

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Para tristeza dos tricolores, entretanto, o Banco do Brasil resolveu voltar atrás na negociação e agora pede que toda a arrecadação do estádio, coisa de dois a três milhões de reais por jogo, sejam destinados ao pagamento da dívida da OAS, em recuperação judicial.

Sem dinheiro para manter a Arena do Grêmio funcionando, a solução seria interromper sua operação. E aí vem um paradoxo: com os portões do novo estádio gremista fechado, de onde viria o dinheiro mensal dos bancos?

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