
“O fato de o real ter sido a moeda de maior depreciação em 2024, considerando seus pares ao nível internacional e os países avançados, sugere que fatores domésticos e específicos do Brasil tiveram papel expressivo nesse movimento cambial” (Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, explicando em carta o estouro do teto da meta- 4,83% – e atribuindo ao câmbio)