Casa da Moeda transforma resíduo de cédulas em matéria-prima de alto valor
Fibras de algodão utilizadas na fabricação de notas passaram a ser reaproveitadas
A Casa da Moeda do Brasil e a empresa BP Security desenvolveram uma tecnologia capaz de recuperar as fibras de algodão utilizadas nas cédulas e reutilizá-las na produção de novos papéis de segurança. O projeto é articulado pelo Instituto Tran$forma.
Com isso, cerca de 200 toneladas de resíduos que eram gerados a cada ano na fabricação de papel-moeda não são mais desperdiçados.
A iniciativa já processou mais de 760 toneladas de resíduos e reduz em até 92% as emissões de CO₂ em comparação ao uso de algodão virgem.
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— Elon Musk (@elonmusk) July 22, 2026
Segundo Patricio Malvezzi, fundador e CEO do Instituto Tran$forma, a medida mostra que resíduos industriais podem deixar de representar custo para se tornar matéria-prima de alto valor agregado.
“O projeto demonstra que inovação, sustentabilidade e viabilidade econômica podem caminhar juntas, criando um modelo de economia circular com potencial de aplicação em diversos segmentos da indústria”, afirma.
Alexandre Ambrozio Gilberti, diretor de Operações da BP Security, ressalta que não há prejuízo na segurança e nem na qualidade da produção das notas.
“Nossa tecnologia permite recuperar fibras de alta qualidade para a produção de novos substratos de segurança, promovendo a economia circular sem comprometer os padrões de segurança e qualidade”, destaca.







