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OMS autoriza uso emergencial da CoronaVac

Decisão poderá facilitar entrada de brasileiros em outros países; vacina produzida pelo Instituto Butantan é a 6ª a ser incluída na lista da organização

Por Giulia Vidale Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 jun 2021, 11h47 • Atualizado em 1 jun 2021, 12h09
  • Nesta terça-feira, 1º de junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou o uso emergencial da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac. No Brasil, o imunizante é produzido pelo Instituto Butantan. Esta é a sexta vacina contra o novo coronavírus a ser incluída na Lista de Uso de Emergência da OMS.

    A chancela da OMS garante que a eficácia, segurança e a fabricação da vacina atende aos mais rigorosos padrões internacionais. A permissão da agência um pré-requisito para que vacinas sejam fornecidas pelo consórcio internacional COVAX Facility e também permite que os países agilizem sua própria aprovação regulatória na liberação de vacinas contra a Covid-19.

    “O mundo precisa desesperadamente de várias vacinas contra a Covid-19 para lidar com a enorme desigualdade de acesso em todo o mundo”, disse a Mariângela Simão, Diretora Geral Assistente da OMS para Acesso a Produtos de Saúde, em comunicado.

    A decisão foi baseada na análise da qualidade, segurança e eficácia da vacina, além dos planos de gestão de risco e adequação programática, como requisitos de rede de frio. No caso da vacina Sinovac-CoronaVac, a avaliação incluiu ainda inspeções na fábrica. “O produto Sinovac-CoronaVac é uma vacina inativada. Seus requisitos de armazenamento fáceis o tornam muito gerenciável e particularmente adequado para configurações de poucos recursos.”, disse a OMS.

    Recomendações de uso

    O Sage, Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas em Imunização, responsável pelas orientações de uso das vacinas aprovadas pela organização, recomenda a vacina para uso em adultos a partir de 18 anos de idade. O intervalo entre as doses deve ser de duas a quatro semanas.

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    A OMS admite que há poucos dados específicos sobre a eficácia da vacina em idosos a partir de 60 anos de idade, mas afirma que “os dados coletados durante o uso subsequente em vários países e os dados de imunogenicidade de suporte sugerem que a vacina provavelmente tem um efeito protetor em pessoas idosas”. Também não há razão para acreditar que a vacina tenha um perfil de segurança menor nessa população. Sendo assim, não há limitação de idade para sua aplicação.

    “Os resultados da eficácia da vacina mostraram que a vacina preveniu doenças sintomáticas em 51% dos vacinados e preveniu Covid-19 grave e hospitalização em 100% da população estudada”, disse a OMS.

    Viagens internacionais

    A CoronaVac é a vacina mais usada no Brasil atualmente. A aprovação da vacina pela OMS poderá facilitar a entrada de brasileiros que já completaram o esquema de vacinação com as duas doses em diversos países, incluindo a Europa.

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