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Resoluções Ano Novo: VEJA por apenas 5,99

A bronca de Lula com Hugo Motta

Petista identificou influência de trinca de políticos sobre presidente da Câmara

Por Laryssa Borges Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 set 2025, 10h20 •
  • Contrário ao avanço do projeto de anistia que, a depender da extensão, pode abrir caminho para a redução da pena de mais de 27 anos imposta a Jair Bolsonaro na trama golpista, o presidente Lula fez duras críticas ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), nos últimos dias e, a interlocutores de confiança, disse ver com ressalvas o que classificou como influência em excesso de três caciques sobre o parlamentar.

    Segundo o diagnóstico do petista, o senador e ex-ministro de Bolsonaro Ciro Nogueira e os ex-presidentes da Casa Eduardo Cunha e Arthur Lira teriam grande ascendência sobre Motta e, por isso, o teriam pressionado a levar adiante o projeto de anistia, cuja urgência foi aprovada na quarta-feira, 17, e a nomear um relator que, além de não ter afinidade direta com o Palácio do Planalto, deu voz à hipótese de que as penas impostas aos vândalos do dia 8 de janeiro de 2023 e até aos condenados pelo núcleo crucial da trama golpista, entre os quais Bolsonaro e o ex-candidato a vice Walter Braga Netto, sejam reduzidas.

    Seria também pela ascendência da trinca sobre Hugo Motta, disse Lula a interlocutores, que o deputado atropelou ritos e garantiu a aprovação da chamada PEC da Blindagem, que permite que deputados e senadores só sejam processados criminalmente se houver aval do Congresso. A emenda constitucional foi endossada por 314 deputados, incluindo congressistas do PT, partido de Lula, e também prevê foro privilegiado para presidentes de partidos políticos com representação no Congresso, além de estabelecer votação secreta para a análises de prisões em flagrante de parlamentares.

    Agora o texto segue para o Senado. Ainda que haja disposição de parte dos senadores de abrandar a proteção explícita à classe política, qualquer eventual mudança obriga que a proposta volte para deliberação dos deputados, que teriam caminho livre para retomar a versão que torna altamente improvável que qualquer político pego em malfeitos seja efetivamente punido.

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