Prorrogamos a Black: VEJA com preço absurdo

O réveillon da Covid

Thomas Traumann analisa as perspectivas de futuro no Brasil após a pandemia do coronavírus

Por Thomas Traumann Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jun 2020, 15h56 • Atualizado em 22 jun 2020, 16h15
  • Quando chegar o fim do ano e finalmente pudermos nos reunir de novo, teremos todos nós histórias tristes para contar sobre esse ano de 2020. Será também a lembrança dos ausentes pela Covid-19. Já são mais de 50 mil mortos e, segundo projeções baseadas em cálculos feitos nos EUA, devemos chegar ao fim de agosto com 150 mil óbitos.

    A coragem e o empenho dos profissionais da saúde permite que muitos sobrevivam. Mas dezenas de milhares de pessoas não estarão conosco para ver a passagem do ano. Olharemos todos para trás com um misto de revolta e raiva: era preciso morrer tanta gente?

    Essas mortes eram inevitáveis? Pior, eram evitáveis. Somos todos testemunhas de uma matança inútil, graças a estupidez do governo federal.

    Entenda nesta edição do podcast Traumann Traduz

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