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Trump avalia opções militares e ainda não definiu se atacará Venezuela, diz emissora

Informação sugere que há janela para diplomacia, apesar da escalada das tensões entre os dois países pelo envio de forças dos EUA para o Caribe e Pacífico

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 nov 2025, 13h54

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda não decidiu se atacará a Venezuela por terra, afirmou a emissora americana CNN nesta segunda-feira, 17, com base em autoridades locais. A informação sugere que há uma janela para a diplomacia, apesar da escalada das tensões militares entre os dois países pelo envio de forças dos EUA para o Caribe e Pacífico, em suposto cerco ao narcotráfico.

A expectativa do republicano é que o destacamento de 15 mil militares para a região somado à chegada do maior porta-aviões do mundo, USS Gerald R. Ford, já sejam suficientes para pressionar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a deixar o poder sem um conflito direto, disse um oficial americano à CNN. O presidente, por vezes, expressou cautela em relação a uma ação militar no país sul-americano, questionando quais seriam risco para as tropas e as chances de sucesso.

Na semana passada, militares americanos de alto escalão apresentaram opções de operações contra Caracas a Trump. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, e outros oficiais entregaram planos atualizados, que incluíam ataques por terra. Segundo a emissora CBS News, a comunidade de Inteligência dos EUA contribuiu com o fornecimento de informações para as possíveis ofensivas na Venezuela, que variam em intensidade.

O planejamento militar ocorre em meio à crescente mobilização militar americana na América Latina e ao aumento das expectativas de uma possível ampliação das operações na região, em atos considerados como “execuções extrajudiciais” pela Organização das Nações Unidas (ONU). Além do porta-aviões, destróieres com mísseis guiados, caças F-35, um submarino nuclear e cerca de 6.500 soldados foram despachados para o Caribe, enquanto Trump intensifica o jogo de quem pisca primeiro com o governo venezuelano.

+ Maduro canta ‘Imagine’ enquanto tensões com os EUA escalam no Caribe

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Tensão no Caribe

No final de outubro, o líder americano revelou que havia autorizado a CIA a conduzir operações secretas dentro da Venezuela, aumentando as especulações em Caracas de que Washington quer derrubar Maduro. Fontes próximas à Casa Branca afirmam que o Pentágono apresentou a Trump diferentes opções, incluindo ataques a instalações militares venezuelanas — como pistas de pouso — sob a justificativa de vínculos entre setores das Forças Armadas e o narcotráfico.

Os EUA acusam Maduro de liderar o Cartel de los Soles e oferecem uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à captura do chefe do regime chavista. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, também foi acusado por Trump de ser “líder do tráfico de drogas” e “bandido”. Em paralelo, intensificam-se os ataques a barcos de Organizações Terroristas Designadas, como define o governo americano, no Caribe e Pacífico. Até o momento, foram 21 bombardeios, que resultaram em 80 mortes.

Os incidentes geraram alarme entre alguns juristas e legisladores democratas, que denunciaram os casos como violações do direito internacional. Em contrapartida, Trump argumentou que os EUA já estão envolvidos em uma guerra com grupos narcoterroristas da Venezuela, o que torna os ataques legítimos. Autoridades afirmaram ainda que disparos letais são necessários porque ações tradicionais para prender os tripulantes e apreender as cargas ilícitas falharam em conter o fluxo de narcóticos em direção ao país.

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Uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na última sexta-feira, 14, revelou que apenas 29% dos americanos apoiam o uso das Forças Armadas dos Estados Unidos para matar suspeitos de narcotráfico, sem o devido processo judicial, uma crítica às ações de Trump. Em um sinal de divisão entre os apoiadores do presidente, 27% dos republicanos entrevistados se opuseram à prática, enquanto 58% a apoiaram e o restante não tinha opinião formada. No Partido Democrata, cerca de 75% dos eleitores são contra as operações, e 10% a favor.

 

 

 

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