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Trump assina decreto para banir pessoas trans das Forças Armadas dos EUA

Presidente americano também reintegrou mais de 8.000 militares que foram dispensados por se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19

Por Da Redação
28 jan 2025, 12h25

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira, 27, quatro decretos focados na reformulação das Forças Armadas do país, incluindo a proibição de pessoas transgênero no serviço militar e a eliminação dos programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) do Exército americano. 

“Para garantir que tenhamos a força de combate mais letal do mundo, tiraremos a infernal ideologia transgênero de nossas Forças Armadas”, disse Trump. O republicano afirmou que assinou as ordens enquanto estava a bordo do Air Force One, o avião presidencial, voltando da Flórida em direção a Washington.

O decreto afirma que “a adoção de uma identidade de gênero inconsistente com o sexo de um indivíduo entra em conflito com o comprometimento de um soldado com um estilo de vida honrado, verdadeiro e disciplinado, mesmo na vida pessoal”. 

Trump alegou que as Forças Armadas “foram afligidas com ideologia de gênero radical para apaziguar ativistas” e que “muitas condições de saúde mental e física são incompatíveis com o serviço ativo”.

Durante sua campanha, Trump havia prometido proibir o Departamento de Assuntos de Veteranos de desperdiçar “um único centavo para financiar cirurgias transgênero ou procedimentos de mudança de sexo” e demonizou qualquer reconhecimento de diversidade de gênero. 

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Em uma ordem separada, Trump reintegrou mais de 8.000 militares que foram dispensados ​​das Forças Armadas por se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19 durante a pandemia. 

Vai e vem de proibições

Pessoas trans ganharam o direito de servir nas Forças Armadas dos Estados Unidos pela primeira vez durante o governo do ex-presidente Barack Obama, que criou um programa inédito para permitir que militares fizessem procedimentos de readequação de gênero dentro do próprio Exército.

Durante seu primeiro mandato, Trump reverteu a medida de Obama. O republicano justificou a decisão dizendo que as Forças Armadas “não podem ser prejudicadas com os enormes custos médicos e com a perturbação que implicariam os transgêneros.”

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O ex-presidente americano, Joe Biden, por sua vez, derrubou a proibição de Trump em 2021, assinando um decreto que enfatizava que “todos os americanos qualificados para servir nas forças armadas dos Estados Unidos devem poder fazê-lo”.

A nova proibição assinada por Trump marca mais um vai e vem sobre a questão de militares transgênero entre governos sucessivos.

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