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Em vitória para Milei, pobreza na Argentina cai para 31,6% no primeiro semestre de 2025

Índice representa uma queda de 6,5 pontos percentuais em relação ao 2º semestre de 2024 e o menor percentual desde o 1º semestre de 2018

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 26 set 2025, 11h49 - Publicado em 26 set 2025, 11h48

A pobreza na Argentina recuou para 31,6% no primeiro trimestre deste ano, informou um relatório do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos do país nesta quinta-feira, 25. Trata-se do menor índice desde que o presidente Javier Milei chegou ao poder, em dezembro de 2023. A taxa representa uma queda de 6,5 pontos percentuais em relação ao 2º semestre de 2024 e o menor percentual desde o 1º semestre de 2018, quando foram registrados 23,7%.

Embora uma vitória para Milei, a pesquisa indica que cerca de 15 milhões de pessoas permanecem em situação de pobreza enquanto 3,4 milhões estão em extrema pobreza. Nos dois últimos anos, o ultradireitista conseguiu uma redução de 8,5 pontos percentuais em comparação aos 40,1% no 1º semestre de 2023, antes de Milei assumir a Casa Rosada. A taxa, mostra o levantamento, estava em 52,9% no 1º semestre do ano passando, reflexo da desvalorização do peso argentino em meio a decisões controversas do economista nada ortodoxo.

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O relatório também aponta que cerca de 45,4% das crianças entre 0 e 14 anos estão em situação de pobreza, o que representa 5 milhões de menores. No mesmo período de 2024, o índice estava em 51,9%. O estudo avalia a renda de cada família: para casos de pobreza, tomou-se como referência a capacidade de comprar uma cesta básica de alimentos; para extrema pobreza, são levados em consideração bens e acesso a serviços não alimentares. Para não entrar na classificação, era preciso ter renda mensal de 375.657 pesos (aproximadamente R$ 1.500).

A pesquisa abrange as 31 principais regiões metropolitanas do país, mas não inclui áreas rurais. Concórdia, na província de Entre Ríos, lidera com o maior percentual de pobreza (49,2%), mas os distritos da Grande Buenos Aires, em termos absolutos, representam a aglomeração urbana mais pobre, com mais de 4,6 milhões. Em contrapartida, a taxa de indigência caiu para 6,9% da população, em 8,2% no mesmo período do ano passado.

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