Conheça o Pyramids, adversário do Flamengo na semifinal do intercontinental
Time egípcio desbancou favoritos na caminhada rumo a sua primeira participação do torneio
O Flamengo está a um passo de alcançar a final do intercontinental, mas tem um obstáculo pela frente: o Pyramids FC. Neste sábado, 13, às 14h, a novata equipe egípcia busca chegar em uma inédita final após se classificar com seu primeiro título da Champions africana.
O clube criado em 2008, ainda sequer atingiu a ‘maioridade’, mas acumula feitos históricos em um ascensão meteórica nos últimos anos. Chamado de Al Assiouty Sport em sua fundação, o time chegou à elite do futebol egípcio em 2014, porém, foi rebaixado ao fim da temporada. Voltou à primeira divisão em 2016, e ganhou força em 2018 com a chegada de um novo dono.
Turki Al-Sheikh, ex-presidente da Autoridade Esportiva Geral da Arábia Saudita e ex-presidente honorário do Al-Ahly, comprou o clube renomeado para Pyramids e de mudança de Assiut para Novo Cairo. Envolto de polêmicas — como a briga quando bancava o Al-Ahly, e a demissão do técnico brasileiro Alberto Valentim por discordância na escalação — o investidor durou apenas um ano no cargo da presidência.
O dinheiro injetado, porém, fez efeito. O Pyramids terminou aquela temporada em terceiro lugar, e garantiu vaga na Copa das Confederações da CAF pela primeira vez. Em 2019, Salem Saeed Al Shamsi, dos Emirados Árabes, deu continuidade ao projeto de financeiro de ponta no clube.
Desde então, o Pyramids terminou entre os três primeiros colocados do Campeonato Egípcio; na atual temporada está em segundo lugar na tabela. Apesar de não ter sido campeão nos pontos corridos, ostenta o título de campeão da Taça do Egito, Supercopa da CAF, Liga dos Campeões da CAF e mais recentemente da inédita Copa África-Ásia-Pacífico.
Neste último, o Pyramids derrotou o Auckland City da Nova Zelândia em setembro ainda com fama de zebra. Havia derrotado o tradicional sul-africano Mamelodi Sundowns na final da Champions e com três gols de Mayele (bom ficar de olho, torcedor Rubro-negro!) diante dos neozelandeses, o time garantiu classificação inédita na semifinal do intercontinental.
Além do goleador congolês, o elenco ainda tem um Zico e um Dunga. Ou melhor, Mostafa Mohamed Zaki Abdelraouf e Mahmoud Abdelaati apelidados em homenagem aos ex-craques canarinhos. Mas tem brasileiro também: o ponta Ewerton Paixão faz a ponte entre os colegas e o futebol pentacampeão. Natural do Amapá, ele definiu como “o maior jogo da história do clube” o embate contra o Flamengo.
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