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“Não podemos ser complacentes”, diz Charlize Theron

A atriz de 44 anos falou sobre 'The Old Guard' e a luta feminina por espaço em Hollywood

Por Felipe Branco Cruz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jul 2020, 06h00 • Atualizado em 4 jun 2024, 13h58
  • A atriz Charlize Theron, de 44 anos, falou ao repórter Felipe Branco Cruz sobre The Old Guard e a luta feminina por espaço em Hollywood:

    The Old Guard soma mais um filme de ação ao currículo de quem já fez Mad Max e Atômica. Como escolhe seus personagens? Escolho pensando naquilo que me toca nos roteiros. O mais importante é fazer histórias que merecem ser contadas, e às quais valha a pena dedicar minha energia. Mas, sim, gosto de roteiros com bastante ação física. Não me assusto com isso.

    Teve algum treinamento em artes marciais? Minha personagem é imortal e viveu por tanto tempo que virou especialista em todos os tipos de artes marciais. Por isso, tentamos abraçar o maior número possível de estilos de lutas. Fiz treinamento de muitas delas.

    Hollywood ainda dá mais espaço aos heróis que às heroínas? Já é sabido que não há muitas oportunidades para mulheres em filmes de ação. Nós não fizemos nada nem perto da quantidade de coisas que os homens já fizeram no ramo. A indústria do cinema está trabalhando para criar mais oportunidade para as mulheres. Vejo pequenas mudanças ocorrendo, mas precisamos de mais.

    Qual o caminho para isso? Não podemos ser complacentes. Temos de continuar avançando e exigindo mais espaço para mulheres não apenas na frente das câmeras, mas também atrás delas. É nossa responsabilidade como indivíduos.

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    The Old Guard estreia na Netflix, mas podia ser um de seus filmes do cinema. Sente saudade da tela grande? Todos sen­timos falta da nossa vida normal. Falta de ir a restaurantes, jantar, socializar, viajar. Mas, infelizmente, não devemos fazer nada disso na pandemia. Ir aos cinemas agora é irresponsável e perigoso.

    Publicado em VEJA de 15 de julho de 2020, edição nº 2695

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