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Por que a população negra é mais vulnerável ao consumo nocivo de álcool

Dados são do novo relatório do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa)

Por Duda Monteiro de Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 30 ago 2024, 12h27 - Publicado em 30 ago 2024, 11h57

A publicação Álcool e a Saúde dos Brasileiros: Panorama 2024, do Cisa, lançada nesta sexta-feira, 30, identificou que o impacto prejudicial do consumo de álcool é desigual entre pessoas brancas, pretas e pardas. Segundo o estudo, em 2022, a população negra apresentou 10,4 mortes ligadas a bebidas alcoólicas por 100 mil habitantes, 30% a mais do que entre indivíduos brancos. Entre as mulheres, a diferença é ainda maior, de quase 60%: foram registrados 1,4 óbitos entre as brancas, contra 2,2 entre as pretas. 

O contraste entre os números tem raízes na injustiça racial e social brasileira. “Estudos mostram que a saúde da população preta é afetada por desigualdades significativas, como menos acesso a tratamentos, mais exposição a fatores de risco ambientais e piores resultados de saúde em comparação com outras populações”, pontua a análise do Cisa.

Outros dados do levantamento chamam atenção. 72% dos óbitos por transtornos mentais e comportamentais devidos ao uso de álcool ocorrem entre mulheres pretas e pardas. “O estigma em relação ao alcoolismo também pode ser um obstáculo significativo para a busca de tratamento por essas populações. A falta de serviços de saúde mental culturalmente sensíveis pode dificultar o diagnóstico e tratamento adequado de problemas relacionados ao álcool nesse grupo”, alerta o relatório.

 

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