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Rigoletto, uma ópera do século XIX com temas atuais

Ópera do italiano Giuseppe Verdi, em cartaz no Teatro Municipal de São Paulo, aborda assuntos como corrupção, assédio, estupro e a sedução do poder

Por Sérgio Martins Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 jul 2019, 14h49 • Atualizado em 25 jul 2019, 15h34
  • Numa orgia no palácio do duque de Mântua, Rigoletto, o bobo da corte, ousa debochar do conde Monterone, cuja filha foi seduzida pelo duque. Revoltado, Monterone lança uma maldição sobre o duque e seu bufão, que se deixa impressionar com as palavras do pobre homem. Este é o mote de Rigoletto, uma das óperas mais populares do italiano Giuseppe Verdi (1813-1901), e que o Teatro Municipal de São Paulo apresenta em récitas até 30 de julho (detalhes sobre as apresentações e a venda dos ingressos podem ser obtidos em https://theatromunicipal.org.br/programacao/rigoletto-de-giuseppe-verdi/). Baseada numa peça do autor francês Victor Hugo (1802-1885), Rigoletto estreou no teatro La Fenice, em Veneza, no século XIX. Os temas que a obra aborda, porém, continuam atuais: poder, corrupção, assédio sexual e estupro. O bufão que dá nome à ópera é um personagem riquíssimo. Embora seja cúmplice das seduções do duque e zombe de pais e maridos ultrajados pelo vulgar apetite sexual do nobre, ele teme se tornar uma vítima do próprio patrão. Rigoletto tem uma filha, Gilda, que mantém prisioneira e segura dos olhos voluptuosos do duque e de seus cortesões. Uma atitude que terá consequências trágicas. Rigoletto traz algumas das árias mais famosas do repertório de Verdi, como La Donna È Mobile, cantada pelo duque de Mântua, e o quarteto La Bella Figlia de Amore. Se possível, assista à récita protagonizada pelo barítono argentino Fabian Veloz, no papel de Rigoletto, e pela russa Olga Pudova, que dá um show particular no papel de Gilda.

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