Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 9,90
Imagem Blog

VEJA Gente

Por Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notícias sobre as pessoas mais influentes do mundo do entretenimento, das artes e dos negócios

“Sérgio Camargo é um alienado”, diz Zezé Motta

A atriz vê com profunda tristeza a chefia da Fundação Palmares

Por João Batista Jr. Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 jun 2020, 06h00 • Atualizado em 4 jun 2024, 14h11
  • Uma das mais respeitadas atrizes do país, Zezé Motta, de 75 anos, vê com profunda tristeza a chefia da Fundação Palmares entregue a Sérgio Camargo, que tirou do site da entidade biografias de personalidades como os abolicionistas Luís da Gama e André Rebouças.

    Como avalia a gestão de Camargo? Nunca imaginei que, depois da ditadura, passaríamos por esse momento. Eu estive na inauguração da Fundação Palmares, em 1998, que nasceu em defesa da cultura negra. Esse homem está no lugar errado e é um alienado. Eu me pergunto: será que ele não se dá conta do que é o racismo? Tirar biografias é uma forma de apagar a história. Ele também cometeu a ousadia de desrespeitar a Alcione, um patrimônio nacional.

    ASSINE VEJA

    Acharam o Queiroz. E perto demais
    Acharam o Queiroz. E perto demais Leia nesta edição: como a prisão do ex-policial pode afetar o destino do governo Bolsonaro e, na cobertura sobre Covid-19, a estabilização do número de mortes no Brasil ()
    Clique e Assine

    Como a senhora vê o racismo nas novelas? Se eu fosse chamada para fazer um trabalho, não haveria espaço para a Neusa Borges. Quando a Chica Xavier era escalada, não tinha vez para a Ruth de Souza. As coisas estão melhores, com mais personagens negros em papel de destaque. Mas não há na TV diretor nem autor negros. Não tenho nada contra fazer o papel da doméstica, jamais discriminaria uma classe. Mas o personagem negro só fazia motorista, enfermeira e doméstica — e não tinha filhos nem família: vivia a reboque dos personagens brancos.

    Como tem sido sua quarentena? Minha mãe morreu aos 95 anos, há dois meses. Nada relacionado com a Covid, ela era diabética e hipertensa. Na última conversa que tivemos, ela me falou: “A vida está chata: só tomo remédio e sou repetidamente internada”. Mas a partida machuca. Voltei a fazer análise, agora on-line.

    Continua após a publicidade

    Publicado em VEJA de 24 de junho de 2020, edição nº 2692

    Publicidade
    TAGS:

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    MELHOR OFERTA

    Revista em Casa + Digital Completo