Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Prorrogamos a Black: VEJA com preço absurdo
Imagem Blog

VEJA Gente

Por Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notícias sobre as pessoas mais influentes do mundo do entretenimento, das artes e dos negócios

Racismo: Frei David Santos pede indenização de 10 milhões do LinkedIn

Diretor executivo da organização não-governamental Educafro acusa rede social, voltada ao mercado de trabalho, de cometer “atentado à comunidade negra”

Por Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 10 Maio 2022, 14h50 - Publicado em 4 Maio 2022, 15h43

Várias empresas privadas estão com dificuldades de manter anúncios de vagas afirmativas na rede social LinkedIn. Frei David Santos, diretor executivo da organização não-governamental Educafro, entrou com uma ação civil pública por danos coletivos contra a empresa. “O que estão fazendo na surdina é um atentado à comunidade negra e à norma constitucional brasileira”, acusa.

A empresa possui quase 750 milhões de usuários e está presente em praticamente em todos os países. Ao excluir anúncios de vagas exclusivas ou prioritárias a pessoas negras e indígenas, o LinkedIn é acusado da prática de racismo. A Educafro entrou com a ação pedindo uma indenização de 10 milhões de reais em 23 de março. Ao tomar conhecimento da ação, a empresa agora tenta um acordo para que se retire o processo. “É um problema internacional. Entramos em contato com o movimento negro norte-americano e constatamos que isso também vem ocorrendo lá fora. O assunto é grave e urgente”, diz o diretor.

A Educafro, junto à Frente Nacional Antirracista, rede de entidades do Movimento Negro não-formalizada, e o Centro Santo Dias de Direitos Humanos, associação civil sem fins lucrativos, elaboraram um documento exigindo da rede social ações de práticas antirracistas e medidas de promoção da equidade racial, acompanhadas do dever de indenizar por danos morais coletivos.

A plataforma LinkedIn, com sede em Sunnyvale, Califórnia, já se manifestou anteriormente comunicando que suas políticas são aplicadas a todos os usuários, e orientando que “as vagas não especifiquem preferências ou requisitos relacionados a características individuais, como idade, sexo, religião, etnia, raça ou orientação sexual”. A rede social foi lançada por Reid Hoffman em 5 de maio de 2003 e comprada pela Microsoft em 2016.

 

Atualização. Após publicação da nota, a LinkedIn enviou o seguinte comunicado: “Atualizamos nossa política global de anúncios de vagas para permitir a divulgação de publicações que expressem preferência por profissionais de grupos historicamente desfavorecidos na contratação em países onde esta prática é considerada legal. No Brasil, agora são permitidas vagas afirmativas, inclusive para pessoas negras e indígenas. Agradecemos o feedback que recebemos da nossa comunidade no Brasil. Fazer a coisa certa é importante e estamos comprometidos em continuar aprendendo e melhorando”.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

SUPER BLACK FRIDAY

Digital Completo

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
SUPER BLACK FRIDAY

Revista em Casa + Digital Completo

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 29,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.