Marjorie sobre série de Ângela Diniz: ‘honra participar dessa denúncia’
Em entrevista a VEJA, o elenco relembra o assassinato retratado na minissérie da HBO e os avanços no combate à violência contra a mulher no Brasil
No dia 30 de dezembro de 1976, a socialite mineira Ângela Diniz foi morta com quatro tiros pelo então namorado Doca Street, depois de tentar colocar um ponto-final em um relacionamento permeado de ciúmes e rompantes de violência. Réu confesso, Doca contratou uma equipe jurídica que desenhou uma estratégia cruel para livrá-lo da cadeia: no tribunal, a vítima foi pintada como uma devassa, que seduziu o pobre homem e depois quebrou seu coração, motivando-o a matá-la como uma forma de “legítima defesa da honra”. Inspirada no podcast documental Praia dos Ossos, a minissérie Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, com Marjorie Estiano e Emilio Dantas nos papéis centrais da história, revê a vida e a morte da mulher que desafiou os padrões de sua época e virou símbolo trágico da impunidade dos feminicídios no país. “É uma honra fazer parte desta denúncia”, atestou Estiano a VEJA. Confira, a seguir, a entrevista com o elenco:
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