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Reinaldo Azevedo

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Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Guantánamo: mais incompetência do que “injustiça”

Há certas coisas que dão, assim, aquela preguicinha, mas vamos lá. Os documentos sobre Guantánamo, vazados pelo WikiLeaks, expuseram menos a “injustiça” das detenções — não estou entrando no mérito de haver uma prisão na base americana; não neste texto ao menos — do que a incompetência nos interrogatórios. Pessoas consideradas inocentes passaram por lá? […]

Por Reinaldo Azevedo 25 abr 2011, 23h26 • Atualizado em 31 jul 2020, 12h11
  • Há certas coisas que dão, assim, aquela preguicinha, mas vamos lá. Os documentos sobre Guantánamo, vazados pelo WikiLeaks, expuseram menos a “injustiça” das detenções — não estou entrando no mérito de haver uma prisão na base americana; não neste texto ao menos — do que a incompetência nos interrogatórios. Pessoas consideradas inocentes passaram por lá? Parece quem sim! Mas também havia muitos terroristas que enganaram seus interrogadores e que acabaram soltos. Posts abaixo, conto a curiosa história do líbio Sufian Abu Ibrahim Ahmed bin Hamuda Qumu, inequivocamente um terrorista. Foi libertado pelos EUA e devolvido à Líbia, onde acabou anistiado numa fase, vejam que coisa!, de distensão do regime. Hoje, Qumu comanda uma tropa rebelde, que tenta depor Kadafi, que o anistiou. Conjunturalmente, é um aliado dos EUA. De fato, pertence a um grupo que é, comprovadamente, um dos braços da Al Qaeda.

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