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É tempo de campanha

Reverbera até hoje no Palácio do Planalto, quase três semanas após ter ocorrido, uma reunião que juntou o presidente da Caixa, Jorge Hereda, o vice Marcos Vasconcelos e os peemedebistas Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha. Nela, segundo relato detalhado que chegou ao coração do poder, Cunha exigiu que o Fundo de Investimento do FGTS […]

Por Redação 2 ago 2014, 07h49 • Atualizado em 31 jul 2020, 03h22
  • Cunha: projeto polêmico

    Cunha: exigência por empreiteira e estaleiro, na versão do governo

    Reverbera até hoje no Palácio do Planalto, quase três semanas após ter ocorrido, uma reunião que juntou o presidente da Caixa, Jorge Hereda, o vice Marcos Vasconcelos e os peemedebistas Henrique Eduardo Alves e Eduardo Cunha.

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    Nela, segundo relato detalhado que chegou ao coração do poder, Cunha exigiu que o Fundo de Investimento do FGTS aprovasse generosos aportes na Queiroz Galvão Óleo e Gás e no Estaleiro Atlântico Sul.

    Se a demanda não fosse aceita, teria troco: seus representantes no FI-FGTS vetariam o aporte de 2,5 bilhões de reais que o governo queria que o fundo desse à Petrobras para a conclusão das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

    Resultado da encrenca: na véspera da reunião que definiria o dinheiro para o Comperj, o governo avisou aos conselheiros do fundo, hoje um dos potes de ouro mais desejados pelas empresas e manejados pelos políticos, que estava retirando o pedido da pauta.

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