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Câmara aprova retirada de pauta e MP prioritária de Lula perde validade

Com a medida provisória, governo esperava arrecadar cerca de 17 bilhões de reais

Por Marcelo Ribeiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Pedro Pupulim Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 out 2025, 18h46 | Atualizado em 8 out 2025, 19h07

Uma semana após a vitória com a aprovação da reforma do IR, o governo Lula foi derrotado no Plenário da Câmara e viu a votação da medida provisória que substitui o aumento do IOF ser retirada da pauta, o que inviabiliza sua apreciação e resultando na perda de sua validade.

A medida deveria ser analisada até às 23h59 desta quarta-feira para não caducar. O placar da votação foi de 251 votos favoráveis e 193 contrários.

Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias afirmou logo após o anúncio do placar da votação que, ao se unirem para retirar de pauta a votação da MP, o Centrão e os bolsonaristas deram um “novo tiro no pé”, assim como no contexto da defesa ao PL da Anistia e à PEC da Blindagem.

“Eu fico vendo essa comemoração e fico lembrando da aliança da parte do Centrão com o bolsonarismo para defender a anistia e a PEC da Blindagem. O que aconteceu? Ele achavam que tinham uma maioria aqui, mas foram derrotados pela sociedade brasileira. O povo foi para as ruas. Eu estou convencido de que estes senhores estão novamente dando um tiro no pé”, declarou.

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Com o texto, o governo esperava mudar regras tributárias e arrecadar cerca de 17 bilhões de reais para equilibrar contas em 2026. Entre os pontos abordados pela matéria estava a alteração no IR cobrado sobre rendimentos de aplicações financeiras. Atualmente, os valores contam com alíquotas de IR entre 15% e 22,5%, a depender da duração da aplicação.

A proposta do governo consistia, no entanto, na fixação de uma alíquota única de 17,5%.

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