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Ataques cibernéticos evoluem com inteligência artificial, aponta Verizon

Relatório da gigante americana de telecomunicações registrou 12.195 violações de dados nos mais de 22.000 incidentes de segurança analisados

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 abr 2025, 18h54 •
  • O Data Breach Investigations Report (Relatório de Investigações de Violação de Dados – DBIR, na sigla em inglês) 2025 da gigante americana de telecomunicações Verizon revela um cenário de ameaças cibernéticas em rápida evolução, com destaque para o uso crescente de inteligência artificial por criminosos. 

    O estudo analisou mais de 22.000 incidentes de segurança e registrou 12.195 violações confirmadas — o maior número já contabilizado na série histórica. A brasileira Apura Cyber Intelligence, parceira do relatório pelo sétimo ano consecutivo, destacou a importância da colaboração internacional para adaptar as estratégias de defesa às novas ameaças.

    Veja, abaixo, os principais achados do estudo:

    • 22% das violações envolveram abuso de credenciais e 20% exploração de vulnerabilidades;
    • o fator humano esteve presente em 60% dos incidentes;
    • a participação de terceiros nos ataques dobrou, atingindo 30%;
    • o ransomware apareceu em 44% das violações, afetando sobretudo pequenas e médias empresas; 
    • a utilização de GenAI para criação de ataques sofisticados dobrou em comparação a anos anteriores.

    Na América Latina, os principais vetores de ataque foram intrusão de sistemas, engenharia social e ataques a aplicações web, com 84% das violações motivadas por ganhos financeiros.

    O DBIR reforça que a velocidade dos ataques exige que empresas adotem estratégias de defesa mais ágeis e baseadas em dados.

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