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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Ramiro Brites. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Prefeitura de SP rescinde contrato com empresas de ônibus ligadas ao PCC

De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, será aberta uma nova licitação para substituir Transwolff e UPBus

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jan 2025, 09h12

A Prefeitura de São Paulo anunciou que vai rescindir os contratos com as empresas de transporte coletivo Transwolff e UPBus. As duas estão funcionando, desde abril do ano passado, sob intervenção judicial, pela suspeita de que seus dirigentes estariam ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Quatro deles foram presos preventivamente.

O anúncio a respeito da rescisão foi feito no final da tarde da quarta-feira, 29. A Secretaria de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans, pastas responsáveis pelo serviço de transporte público na capital paulista, disseram que “as defesas apresentadas pelas concessionárias Transwolff e UPBus não foram acolhidas” em processo administrativo e, por isso, os contratos com as duas empresas vão ser encerrados.

Isso não significa, contudo, que a movimentação vai ser imediata. A Prefeitura disse que terá que abrir uma nova licitação e que manterá a intervenção funcionando até lá para que a população não fique sem o serviço essencial. As linhas geridas pelas duas empresas atendem quase 700.000 passageiros por dia.

No mês de abril de 2024,  a Transwolff e a UPBus foram alvo da operação Fim da Linha, da Polícia Civil paulista, o que motivou a intervenção. Em abril de 2024, quatro diretores das companhias foram presos, pela suspeita de estarem ligados ao PCC. Os investigadores chegaram até eles por conta de movimentações de valores muito altos nas contas das empresas e dos donos, em quantias que não correspondiam ao fluxo de caixa das companhias.

De acordo com o Ministério Público, eles usavam as empresas de ônibus para lavar dinheiro da facção. Foram presos o dono da Transwolff, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, o “Pandora”, Robson Flares Lopes, o contador Jaelson Santos da Silva e Elio Rodrigues dos Santos (que não era alvo da operação, mas foi detido por porte ilegal de arma de fogo). Também foram cumpridos 52 mandados de busca e apreensão.

 

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