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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Valmar Hupsel Filho, Isabella Alonso Panho e Ramiro Brites. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Pior desempenho de Lula em 2026 seria contra Gusttavo Lima, diz pesquisa

Levantamento da Genial/Quaest mostra que vantagem do petista sobre possíveis adversários diminuiu nos últimos meses

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 3 fev 2025, 09h06

A pesquisa eleitoral da Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira, 3, mostra que, nas eleições de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceria todos os seus possíveis adversários no segundo turno — mas é contra o cantor sertanejo Gusttavo Lima que a margem de diferença é menor. De acordo com o levantamento, se as eleições presidenciais fossem hoje, o petista teria 41% dos votos contra 35% do artista, que nunca concorreu a um cargo público. A diferença é de 6%.

A explicação do instituto para isso seria o fato de que Gusttavo Lima é uma figura conhecida a nível nacional, diferente dos governadores Tarcisio de Freitas (Republicanos) e Ronaldo Caiado (União Brasil), que são mais conhecidos nos seus estados.

Além disso, o artista ainda não está filiado a nenhum partido político, o que também mantém uma avaliação mais neutra das pessoas sobre a sua eventual candidatura. Ele foi convidado para ir para o União Brasil, mas outras siglas de direita também estão de olho nele.

É a segunda pesquisa eleitoral que avalia a viabilidade da candidatura de Gusttavo Lima. Em 13 de janeiro, um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas mostrou que ele já aparecia na espontânea, na frente, por exemplo, da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e empatado com um dos filhos do ex-presidente.

Lula x outros candidatos

Depois do cantor sertanejo, Lula venceria com a margem mais apertada se o seu oponente em 2026 fosse Tarcísio. O placar seria de 43% a 34%, uma diferença de 9%. O governador nega que tenha planos de tentar o Planalto e já manifestou interesse em tentar a reeleição em São Paulo. Porém, com Jair Bolsonaro inelegível, o nome dele é tratado como um dos mais viáveis para liderar a direita nacinal.

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A terceira menor vantagem do atual presidente seria em virtuais disputas contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, e contra o coach Pablo Marçal (PRTB), que já disse que quer disputar a presidência, mas esbarra em um alto volume de ações judiciais heradadas das eleições em São Paulo e que podem o deixar inelegível. A diferença, se os dois oponentes disputassem contra Lula, seria de 44% a 34% para o petista, respectivamente.

Se o governador de Minas, Romeu Zema (Novo), disputasse hoje a presidência contra Lula, o placar dos votos seria de 45% a 28%. Já se o oponente fosse Ronaldo Caiado (União Brasil), que já disse que quer disputar o Planalto, a diferença entre os dois seria de 19% (45% a 26% para o petista), maior vantagem do atual presidente.

Vantagem em queda

Uma das explicações da pesquisa para nenhum dos oponentes superar a rejeição de Lula (que beira a casa dos 49%) é que nenhum dos seus possíveis adversários para 2026 consegue, hoje, sintetizar os motivos de insatisfação com o governo. É como se cada um conseguisse aglutinar uma fatia específica dos descontentes.

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Em comparação com o levantamento feito pela Quaest em dezembro, a vantagem de Lula tem caído. Na época, o petista estava 34% na frente de Caiado, enquanto agora está 19%. A diferença entre ele e Tarcísio também caiu, de 26% para 9%.

A pesquisa também mostrou que, no primeiro turno, se as eleições fossem hoje, Lula faria em torno de 30% dos votos independente dos seus adversários — e estaria, de qualquer forma, no segundo turno. O levantamento não incluiu o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele recorre desse veredicto e planeja lançar, em 2026, uma candidatura na pendência de recursos judiciais.

 

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