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O ‘menino da Dilma’ quer anular provas da Odebrecht e punição da CGU

Anderson Dorneles, ex-braço direito da petista, foi punido no governo Bolsonaro em procedimento que analisou provas dos sistemas da empreiteira

Por João Pedroso de Campos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 13 Maio 2024, 21h21 - Publicado em 5 set 2023, 20h15

Um dos mais próximos assessores da ex-presidente Dilma Rousseff quando ela ocupava o Palácio do Planalto, Anderson Braga Dorneles entrou na fila dos que tentam no Supremo Tribunal Federal (STF) se beneficiar com a anulação de provas apresentadas pela Odebrecht a respeito de pagamentos de propina a autoridades e políticos.

Em pedido ao ministro Dias Toffoli nesta terça-feira, 5, a defesa de Dorneles afirma que o material dos sistemas Drousys e MyWebDay B, usados para gerir os pagamentos ilícitos da empreiteira, baseia um Procedimento Administrativo Disciplinar da Controladoria-Geral da União (CGU) aberto contra ele durante o governo Jair Bolsonaro.

O processo na CGU concluiu que Anderson Dorneles, cujo codinome nos “sistemas da propina” era “Las Vegas”, recebeu uma mesada da empreiteira de 35.000 reais a 50.000 reais enquanto foi assessor especial da Presidência, num total de pouco mais de 1 milhão de reais entre 2011 e 2014. O dinheiro seria destinado ao assessor para que ele levasse informações de interesse da Odebrecht à então presidente.

Como punição, em novembro de 2021, o então ministro da CGU Wagner Rosário converteu a exoneração de Dorneles em “destituição de cargo em comissão” – o que leva à inelegibilidade por oito anos, mesmo período em que o alvo da penalidade não pode ser nomeado para cargos no governo. A defesa pede que, declaradas nulas as provas da Odebrecht em relação ao ex-assessor de Dilma, o processo administrativo e a punição sejam anulados.

Chamado de “bebê” e “menino” por Dilma Rousseff, hoje presidente do Banco dos BRICS, e responsável por carregar pastas e telefones da petista, o gaúcho Dorneles tinha 13 anos quando conheceu a ex-presidente. Ele era office-boy e ela, presidente da Fundação de Economia e Estatística, do Rio Grande do Sul. Exonerado do governo Dilma em fevereiro de 2016, o ex-assessor tentou se eleger deputado federal gaúcho em 2022, pelo Avante, mas não foi eleito. Ele é o cacique do partido no Rio Grande do Sul.

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