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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco e Pedro Jordão. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Malafaia vira alvo da PF por obstrução da Justiça na investigação do golpe

Pastor evangélico é citado ao lado de Jair Bolsonaro, Eduardo e Paulo Figueiredo por tentativas de atrapalhar o processo com sanções dos EUA

Por Bruno Caniato Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 15 ago 2025, 09h01 - Publicado em 15 ago 2025, 08h51

O pastor evangélico Silas Malafaia foi incluído pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no inquérito da Polícia Federal que investiga manobras de obstrução da Justiça durante o julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. A informação foi revelada pela emissora GloboNews e confirmada pelo líder religioso em suas redes sociais.

Ao lado do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), do jornalista Paulo Figueiredo e do próprio Jair Bolsonaro, Malafaia é citado pela PF como articulador de sanções internacionais contra o Brasil — nomeadamente, o tarifaço de 50% sobre importações brasileiras aos Estados Unidos e a aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes — em tentativa de pressionar o Judiciário a recuar no julgamento da trama golpista.

O inquérito em questão foi instaurado no último mês de maio por ordem de Moraes, relator do caso no STF, para apurar tentativas de coerção no curso do julgamento, além de tentativa de abolição do Estado de Direito e obstrução de investigações de organização criminosa. Em 3 de agosto, Jair Bolsonaro apareceu no telão durante ato organizado por Silas Malafaia na praia de Copacabana — o magistrado entendeu que a participação virtual violou medidas cautelares e decretou, no dia seguinte, a prisão domiciliar do ex-presidente.

Em vídeo publicado nas redes sociais na última quinta-feira, 14, Malafaia declarou que soube de sua inclusão nas investigações da PF por meio da imprensa, negou qualquer participação nos crimes mencionados e voltou a atacar o STF e o Alexandre de Moraes, a quem chama de “ditador de toga”, por suposta prática de censura e perseguição a opositores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Ele [Moraes] institui o crime de opinião, e agora nós estamos vendo a Polícia Federal promover perseguição. A Polícia Federal virou Gestapo, do nazismo? Virou KGB, da União Soviética?”, dispara o líder religioso na gravação.

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