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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco, Pedro Jordão e Anna Satie. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Joaquim Barbosa rebate fala de Mourão sobre Lula e Exército: “Hipocrisia”

Em entrevista à Folha, ex-vice-presidente afirmou que demissão de Júlio César de Arruda mostra que 'governo quer alimentar crise'

Por Laísa Dall'Agnol Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 jan 2023, 16h04 • Atualizado em 22 jan 2023, 16h32
  • O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa rebateu, neste domingo, 22, as acusações feitas pelo senador eleito Hamilton Mourão (Republicanos-RS) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a troca de comando do Exército.

    Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ex-vice-presidente afirmou que, ao demitir Júlio Cesar de Arruda do comando da instituição, Lula quer “alimentar a crise com as Forças Armadas“. “Se o motivo foi tentativa de pedir a cabeça de algum militar, sem que houvesse investigação, mostra que o governo realmente quer alimentar uma crise (…) Isso aí é péssimo para o país”, disse Mourão à Folha.

    “Ora, ora, senhor Hamilton Mourão. Poupe-nos da sua hipocrisia, do seu reacionarismo, da sua cegueira deliberada e do seu facciosismo político! Fatos são fatos! Mais respeito a todos os brasileiros!”, publicou Barbosa em suas redes.

    “‘Péssimo para o país’ seria a continuação da baderna, da chienlit e da insubordinação claramente inspirada e tolerada por vocês, militares. Senhor Mourão, assuma o mandato e aproveite a oportunidade para aprender pela primeira vez na vida alguns rudimentos de democracia! Não subestime a inteligência dos brasileiros!”, finalizou o magistrado.

    https://twitter.com/joaquimboficial/status/1617169721819889672

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    Suspeita

    Lula exonerou o general Júlio Cesar de Arruda após a instalação de uma crise de confiança deflagrada com os ataques de apoiadores de Jair Bolsonaro em 8 de janeiro, em Brasília. Uma das suspeitas, verbalizadas por aliados de Lula, é a de que Arruda permitiu que o comandante militar do Planalto, Gustavo Henrique Dutra de Menezes, retirasse militares e seus parentes do acampamento em frente ao quartel-general do Exército antes da ação que desmobilizou os grupos, no dia seguinte aos atos. Em seu lugar, assumiu o general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, que até então estava à frente do Comando Militar do Sudeste.

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