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Augusto Nunes

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Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Lula assassina o dicionário

1 minuto com Augusto Nunes: O adjetivo 'honesto' não pode ser expropriado pelo ex-presidente

Por Augusto Nunes 24 mar 2017, 22h45 •
  • Uma consulta a bons dicionários informa que o adjetivo honesto só é aplicável a alguém que seja 1) honrado; 2) consciencioso, sério, digno de confiança; 3) justo, escrupuloso; 4) imparcial; 5) veraz; 6) decente, decoroso, virtuoso; 7) casto, pudico, recatado. Lula nasceu desprovido do sentimento da honra, nunca rimou com seriedade, inspira tanta confiança quanto um hipnotizador de circo mambembe, desconfia que escrúpulo é nome de inseto, é mais parcial que torcida organizada, mente como Dilma Rousseff, é tão virtuoso quanto Rosemary Noronha e acha que decência é coisa de otário.

    Nesta quarta-feira, Lula recitou de novo que ninguém no Judiciário ou no Ministério Público é mais honesto que ele. A língua portuguesa exige aos berros que o fugitivo de bancos escolares pare de assassinar dicionários.

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