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Augusto Nunes

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Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Extorsionário tranquilo

“Não gostei do que fiz. Não foi ilegal. Mas foi falta de ética”. Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte, durante o depoimento na CPI do Cachoeira, depois de confessar que pediu dinheiro a empresas contratadas pelo Dnit para engordar o caixa da campanha presidencial de Dilma Rousseff, explicando que extorsão, […]

Por Augusto Nunes 30 ago 2012, 01h23 • Atualizado em 31 jul 2020, 08h01
  • “Não gostei do que fiz. Não foi ilegal. Mas foi falta de ética”.

    Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte, durante o depoimento na CPI do Cachoeira, depois de confessar que pediu dinheiro a empresas contratadas pelo Dnit para engordar o caixa da campanha presidencial de Dilma Rousseff, explicando que extorsão, embora continue caracterizada como crime no Código Penal, agora é só uma questão de gosto.

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