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Um terço dos quilombolas morre em conflitos fundiários

Novo relatório destaca mortes violentas da população

Por Duda Monteiro de Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 set 2024, 12h13 • Atualizado em 6 set 2024, 12h32
  • Entre janeiro de 2019 e julho de 2024, 46 quilombolas foram assassinados em 13 estados brasileiros, com 34,7% desses crimes relacionados a confrontos por terra, segundo a Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq). As vítimas, em sua maioria (63%), foram mortas com armas de fogo. Os estados com mais óbitos foram Maranhão, Bahia e Pará.

    A autoria dos crimes revela que quase metade dos suspeitos são conhecidos das vítimas, como ex-companheiros, familiares, vizinhos e posseiros. Há também indícios de assassinatos encomendados, envolvendo policiais e membros de organizações criminosas. Os crimes se concentram em áreas de conflito agrário, como na Baixada Maranhense e em quilombos na Bahia, com destaque para a chacina em Jeremoabo, em 2023. A Conaq aponta que 42% das vítimas eram lideranças quilombolas, com idade média de 45 anos.

    Além de enfrentarem ameaças de morte, intimidações por agentes privados e públicos de segurança, denúncias falsas e perseguições, os quilombolas também são alvo de incêndios criminosos que destroem suas casas e pertences. Ao todo, a Conaq contabilizou oito ocorrências deste tipo.

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