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Sobe para 41 o número de mortos na Baixada Santista

Outras 40 pessoas continuam desaparecidas, depois da tragédia provocada pelas fortes chuvas que caíram no litoral de São Paulo na terça-feira

Por Roberta Paduan Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 mar 2020, 15h42 • Atualizado em 8 mar 2020, 00h14
  • A Defesa Civil de São Paulo confirmou que já chega a 41 o número de vítimas fatais na Baixada Santista. A região, no litoral paulista, foi duramente atingida por deslizamentos, após as fortes chuvas da madrugada de terça-feira, 3. Apesar dos trabalhos de resgate terem entrado no quarto dia, 39 pessoas continuam desaparecidas. As informações são do boletim divulgado no fim da tarde deste sábado, 7.

    Entre os 41 mortos, uma pessoa ainda não foi identificada. Guarujá foi a cidade mais castigada, com 30 óbitos registrados até agora. Em seguida, vem Santos (8 óbitos) e São Vicente (3 óbitos). De acordo com a Defesa Civil estadual, o número atual de desabrigados é de 253 em Guarujá e 185 em Santos.

    A Baixada Santista foi atingida por um volume de chuvas anormal na noite de segunda-feira e madrugada terça. Em doze horas, o Guarujá recebeu 282 milímetros de chuva, mais que a média esperada para o mês inteiro. Apesar de as chuvas terem diminuído, a região permanece em estado de atenção por risco de novos deslizamentos, em razão de o solo continuar úmido.

    Na quinta-feira, 5, o governador João Doria lamentou o silêncio do presidente Jair Bolsonaro em relação à tragédia que abateu os municípios do litoral paulista.

    “Eu lamento. É um gesto humanitário de um presidente da República em situações tão difíceis e tão graves como essa, seria minimamente aceitável que ele manifestasse sua solidariedade”, desabafou.

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    “Ele não me telefonou, não mandou WhatsApp, não se manifestou ao governador, o que seria normal numa situação como essa”, completou.

    Doria disse que ligou na manhã desta quinta para o ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. “Eu liguei, ele também não me telefonou”.

    Na conversa, segundo Doria, o ministro não quis se comprometer com repasses ao estado de São Paulo para a recuperação das cidades da Baixada.

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