
Papa Francisco: um divisor de águas na Igreja Católica
Poucos dias após o conclave, VEJA publicou um especial de quase 20 páginas sobre o papa Francisco. Doze anos depois, a revista recebe com exclusividade um trecho da autobiografia do pontífice que quebrou paradigmas
TBT 20 DE MARÇO DE 2013 | “Francisco, o simples”: poucos dias após o conclave, VEJA destacou em sua capa um especial de quase 20 páginas sobre o líder que marcou a história da Igreja Católica.
“Caros irmãos, que Deus lhes perdoe.” Foi com essa frase, entre o divertido e o revelador de sua alma modesta, que o ex-argentino e ex-Jorge Mario Bergoglio aceitou ser Papa da Igreja Católica. Daquele momento em diante, ele passou a ter todas as nacionalidades (ou seja, nenhuma) e nova identidade: Francesco, ou Francisco, em português”, iniciava a reportagem.
“Francisco é o primeiro pontífice não europeu em 1 200 anos. É o primeiro Papa vindo da América Latina. Ele também é o primeiro chefe da Igreja a chamar-se Francisco”, continuava o texto.
“A Igreja Católica tenta voltar à sua essência, com a eleição de um pastor de alma simples, para cuidar de um rebanho ameaçado pelo laicismo e, não menos relevante, dar fim ao clero pedófilo e corrupto”, dizia a reportagem.
12 anos depois, a história do pontífice é contada em uma biografia, a qual VEJA teve acesso com exclusividade. Ao contrário do que se espera dos pontífices, que cultuam certo aspecto divino em torno da própria imagem, no livro ’Esperança’, o Papa Francisco percorre um caminho no sentido oposto e se esforça para mostrar uma faceta bem mais terrena de si.
A obra foi escrita em parceria com Carlo Musso, editor de diversos títulos anteriores do chefe da Igreja, de quem recolheu relatos, histórias e reflexões durante cinco anos. A ideia inicial era que o documento só fosse conhecido após a morte de Francisco, mas ele mudou de ideia por motivos pouco esclarecidos.
Leia com exclusividade um trecho da autobiografia do Papa Francisco no site de VEJA.
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