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Prorrogamos a Black: VEJA com preço absurdo

Briga por patente milionária de spray usado por árbitros da Fifa chega ao STF

Inventor brasileiro espera receber bolada de 40 milhões de dólares

Por Laryssa Borges Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 nov 2025, 13h55

Entidade máxima do futebol mundial, a Fifa recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) naquele que deve ser o capítulo final, na Justiça brasileira, de uma briga que se arrasta há anos sobre os direitos de patente do conhecido spray utilizado por árbitros para demarcar a distância de 9,15 metros para a cobrança de faltas. O processo envolve acusações de promessas não cumpridas de pagamento dos direitos para uso do produto e a disputa pelo pagamento de 40 milhões de dólares (211 milhões de reais na cotação de sexta-feira, 14) para o inventor do spray, o brasileiro Heine Allemagne, e a empresa Spuni Comércio de Produtos Esportivos.

De acordo com a defesa da Spuni, o inventor recebeu por anos promessa da Fifa de que ela adquiriria a patente do spray e o desestimulou a negociar parcerias comerciais com potenciais interessados. Uma intensa troca de e-mails entre dirigentes da Fifa e a Spuni mostra o vaivém das negociações – há, por exemplo, a proposta de pagamento único de 500.000 dólares pela patente às vésperas da Copa do Mundo do Brasil, em 2014, e até a oferta final de 40 milhões de dólares – reuniões com antigos cartolas do futebol e a burocracia interna da entidade de futebol para aprovar o produto para competições mundiais. Os valores, no entanto, nunca foram pagos.

Allemagne espera receber os 40 milhões de dólares que a Fifa se comprometeu a depositar pelos direitos de propriedade, mas a entidade recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que deu ganho de causa ao órgão futebolístico apenas na definição do índice de correção do futuro pagamento. O spray utilizado pelos árbitros é patenteado pelo brasileiro em mais de 40 países ao custo de 300.000 reais por ano. Ao todo o inventor diz ter gastado 2,7 milhões de reais desde o início da briga judicial. No STF, a contenda tem como relator o decano Gilmar Mendes.

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