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Tensão entre Europa e EUA ajuda bolsa brasileira

Estrangeiro puxa a bolsa — e ainda tem fôlego

Por Veruska Costa Donato 23 jan 2026, 11h58 • Atualizado em 23 jan 2026, 12h20
  • A alta recente do Ibovespa tem um endereço claro: o investidor estrangeiro. No Mercado, Alexandre Pires, professor de Relações Internacionais e Economia do Ibmec/SP, destacou que a entrada de quase R$ 9 bilhões em janeiro chama a atenção — ainda mais quando lembramos que, em todo o ano passado, o fluxo somou cerca de R$ 26 bilhões. E o mês nem acabou.

    Segundo ele, as tensões econômicas entre Estados Unidos e Europa acabam funcionando como vitrine para o Brasil. Com menos opções lá fora, o capital busca mercados que ficaram para trás — e a bolsa brasileira entrou no radar. Se Donald Trump voltar a tensionar o noticiário, o fluxo pode até ganhar novo impulso.

    Mas Alexandre faz um alerta: chegar a R$ 10 bilhões em um único mês seria algo raro, quase sem precedentes. Além disso, quem está ganhando com essa arrancada não é o investidor local, que migrou para a renda fixa em 2024, mas sim o estrangeiro. O dinheiro segue vindo, mas o ritmo tende a esfriar. Afinal, até para o apetite global há limites.

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