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‘Prévia do PIB’ desacelera em outubro, mas cresce acima do esperado

Indicador variou 0,14%, enquanto a expectativa do mercado era de estabilidade para o mês. Em 12 meses, indicador acumula alta de 3,43%

Por Larissa Quintino Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 13 dez 2024, 12h21 - Publicado em 13 dez 2024, 09h20

A atividade econômica brasileira registrou um crescimento de 0,14% em outubro na comparação com o mês anterior. Os dados são do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, divulgado nesta sexta-feira, 13. O indicador é tratado pelo mercado financeiro como a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB) e é um dos indicadores usados pelo BC para balizar a taxa de juros.

O dado veio acima da estimativa do mercado, que projetava estabilidade. Em setembro, o IBC-Br mostrou variação de 0,8%.

No acumulado em 12 meses, o IBC-Br acumula crescimento de 3,43%. A atividade econômica aquecida é um dos pontos que fizeram com que o Banco Central subisse a taxa de juros. Com alta da renda, também sobe a demanda, o que pressiona a inflação e, consequentemente, os juros.

O IBC-Br, que tem periodicidade mensal, é considerado um termômetro do Produto Interno Bruto (PIB), que é divulgado trimestralmente pelo IBGE. Por ter formas diferentes de calcular a evolução da economia, nem sempre o IBC-Br e o PIB vêm com resultados semelhantes, mas mostram a tendência da economia. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O IBC-Br usa estimativa das áreas e também dos impostos. No terceiro trimestre,  por exemplo, o crescimento foi de 1,1%, enquanto o PIB variou 0,9%.

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