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Ibovespa dispara e atinge 153 mil pontos em dia de decisão do Copom

Taxa de juros deve se manter em 15%, mas mercado aguarda comunicado do Comitê

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 nov 2025, 17h42 • Atualizado em 5 nov 2025, 18h58
  • O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão em forte valorização de 1,72% nesta quarta-feira, 5, avançando e atingindo um novo recorde histórico: 153,2 mil pontos. O dólar, por sua vez, recuou e ficou cotado a 5,35 reais.

    No mercado de ações, os principais bancos do país oscilaram. Os papéis do Itaú (ITUB4) desvalorizaram 10,28%, enquanto os papéis do Bradesco (BBDC3; BBDC4) apresentaram alta de 1,85% (BBDC3) e de 2,07% (BBDC4). O Santander (SANB11) avançou 2,50% e o Banco do Brasil (BBAS3) teve valorização de 1,66%.

    No cenário doméstico, os negócios aguardam a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em que será anunciada, após o fechamento de mercado, a decisão sobre a política monetária brasileira. O consenso entre especialistas é que a taxa básica de juros, a Selic, deve permanecer em 15% ao ano.

    O que será analisado detalhadamente será o comunicado do Comitê. O mercado financeiro espera alguma pista de quando começarão os cortes de juros. A leitura é de que podem iniciar em janeiro ou em março de 2026, mas o tom do BC na declaração será o definidor das hipóteses.

    Nos Estados Unidos, o destaque é a divulgação do relatório ADP, que mostra a criação de vagas de trabalho no setor privado. O país caminha para seu 35º dia de shutdown, o que faz do ADP o único indicador das condições de emprego. Em outubro, foram criadas 42.000 vagas de trabalho no setor privado.

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    Com a falta do payroll de outubro, relatório oficial de emprego dos EUA, essa se tornou uma leitura essencial para embasar os próximos passos da política monetária no país, já que a motivação para os últimos dois cortes foi o enfraquecimento do mercado de trabalho. Para Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, os números acima do consenso não foram suficientes para movimentar as expectativas do mercado por mais um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed), banco central americano, em dezembro.

    Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

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