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Estouro da meta de inflação é o 8º desde 1999; veja histórico

Último rompimento havia acontecido em 2022

Por Camila Barros Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 10 jan 2025, 11h54 • Atualizado em 10 jan 2025, 12h01
  • O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2024 em alta de 4,83%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 10. O resultado ficou acima da meta perseguida pelo Banco Central, que buscava conduzir o IPCA a 3% no acumulado entre janeiro e dezembro, com tolerância de 1,5 ponto para cima (4,5%) ou para baixo (1,5%).

    Trata-se da oitava vez que a autoridade monetária ultrapassa o teto da meta desde 1999, quando o Brasil implementou o regime de metas de inflação. O último estouro aconteceu em 2022, quando o IPCA fechou em alta de 5,79%, ante meta de 5%. No ano anterior, o teto de 5,25% também foi rompido, com o IPCA atingindo 10,06%. Veja o histórico:

    Sempre que a meta do Banco Central não é alcançada, o presidente da instituição deve divulgar uma carta oficial justificando o motivo do descumprimento. Segundo o BC, a carta será publicada hoje às 18h, assinada por Gabriel Galípolo e enviada ao Ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

    Nas ocasiões anteriores, as cartas foram assinadas pelos seguintes presidentes do BC:

    • 2001 – Arminio Fraga, enviada a Pedro Malan
    • 2002 – Henrique Meirelles, enviada a Antônio Palocci
    • 2003 – Henrique Meirelles, enviada a Antônio Palocci
    • 2015 – Alexandre Tombini, enviada a Nelson Barbosa
    • 2017 – Ilan Goldfajn, enviada a Henrique Meirelles
    • 2021 – Roberto Campos Neto, enviada a Paulo Guedes
    • 2022 – Roberto Campos Neto, enviada a Fernando Haddad
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