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Bolsa de valores recua 1% após aprovação da isenção do IR

Mercado opera de olho em cenário doméstico devido a 'shutdown' nos EUA

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 out 2025, 17h35

O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão em desvalorização de 1,08% nesta quinta-feira, 2, recuando para os 143,9 mil pontos. A bolsa de valores inaugura outubro com dois dias seguidos de baixa. O dólar, por sua vez, avançou e ficou cotado a 5,34 reais.

No mercado de ações, o destaque negativo é a Ambipar (AMBP3). Os papéis da companhia de soluções ambientais despencaram 64,4%, após um pedido de proteção contra credores. A desvalorização acontece em meio ao questionamento do mercado sobre onde está o caixa e se há capacidade de pagamento da dívida para os credores.

Já os principais bancos do país acompanharam a queda do principal índice da B3. Os papéis do Itaú (ITUB4) desvalorizaram 1,10%, enquanto os papéis do Bradesco (BBDC3; BBDC4) apresentaram baixa de 1,47% (BBDC3) e de 1,73% (BBDC4). O Santander (SANB11) recuou 0,21% e o Banco do Brasil (BBAS3) teve desvalorização de 0,78%.

Câmara aprova isenção do IR

No cenário doméstico, a Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, a isenção do Imposto de Renda para contribuintes com renda mensal de até 5 mil reais. O projeto agora vai ao Senado. A medida também inclui uma redução do imposto cobrado sobre rendimentos entre 5 mil reais e 7.350 reais, a partir de 2026. O governo federal estima que 10 milhões de pessoas serão beneficiadas pela mudança.

Para compensar a perda de arrecadação, a proposta aprovada inclui a criação de um imposto mínimo sobre pessoas que ganham mais de 600 mil reais por ano, que hoje representam 0,13% do total de contribuintes. Apesar do alívio para milhões de brasileiros, o mercado opera em movimento de cautela quanto ao risco fiscal. “O desafio do governo será garantir que essa redistribuição seja suficiente para manter o equilíbrio fiscal sem ampliar o déficit já existente”, afirma Mary Elbe Queiroz, advogada tributarista, presidente da Cenapret e sócia da Queiroz Advogados.

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‘Shutdown’ nos EUA desacelera os negócios

No exterior, os destaques econômicos são fracos devido ao shutdown nos Estados Unidos. Desde quarta-feira, 1º, a máquina pública americana está em paralisação parcial por falta de acordo para a aprovação do Orçamento. Com isso, a divulgação de indicadores importantes para os negócios, como a pesquisa semanal de pedidos de auxílio-desemprego e o payroll, foram suspensos.

Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

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