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Acordo comercial entre Japão e EUA pode servir de exemplo para outro país; Spoiler: não é o Brasil

Acordo comerciais tendem a reduzir a pressão sobre mercados financeiros ao redor do mundo e impactar bolsa brasileira

Por Daniel Fernandes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 jul 2025, 13h24 • Atualizado em 25 jul 2025, 13h26
  • O ‘Acordo da Semana’. É assim que o Bank of America trata o fim – positivo – das negociações comerciais entre Estados Unidos e Japão. Do consenso, saiu a fixação de tarifas de 15% para as exportações japoneses enviadas aos Estados Unidos, percentual que abrange também a chegada de automóveis ao mercado norte-americano. E na opinião do banco o acordo pode ser um bom modelo a ser seguido pela Coréia do Sul. “Japão e Coréia do Sul compartilham características comerciais semelhantes com os Estados Unidos”.

    O banco cita o elevado superávit em conta corrente para os Estados Unidos, altas exportações para o mercado norte-americano, especialmente de automóveis e menor abertura do mercado interno, quando olhamos para medidas não tarifárias. “Ambos enfrentavam o risco de tarifas de 25% a partir de primeiro de agosto. Se a negociação correr bem, vemos maior probabilidade de que um acordo semelhante seja alcançado entre os EUA e a Coréia do Sul”, informa o relatório. Uma reunião entre sul-coreanos e norte-americanos estava marcada para esta sexta-feira, 25.

    No que a guerra tarifária pode beneficiar os EUA?

    O relatório ainda cita que uma elevação de aproximadamente cinco pontos percentuais na alíquota tarifária efetiva reduziria nos Estados Unidos o déficit fiscal em 50 pontos-base, “o que não é suficiente para um déficit que permanece acima de 6% do PIB”. No cenário, há ainda risco de inflação e baixo crescimento para a maior economia do mundo.

    Assim, ganha ainda mais interesse – mais do que o habitual, que já é elevado – o próximo encontro do Federal Reserve, o banco central norte-americano. O encontro do colegiado ocorre na próxima semana. “Com o choque estagflacionário possivelmente se estendendo até 2026, torna-se mais provável que o Fed permanece em espera, em linha com a nossa previsão fora de consenso”.

    Não há no relatório nenhuma menção ao Brasil. Embora o prazo para a entrada em vigor do tarifaço contra o Brasil seja também iminente, a ameaça de Donald Trump ao país tem um componente político expresso desde a divulgação da taxação pela Casa Branca. E isso dificulta qualquer análise mais precisa por parte dos agentes do mercado sobre o que pode ocorrer com o Brasil na próxima semana.

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