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Galisteu x Xuxa: A disputa de narrativas da vida amorosa de Ayrton Senna

Documentário ‘Meu Ayrton, por Adriane Galisteu’, da HBO Max, resgata polêmica exposta na série da Netflix

Por Nara Boechat Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 nov 2025, 13h00

Cerca de um ano após o lançamento de Senna, da Netflix, a disputa de narrativas sobre os bastidores da vida amorosa de Ayrton Senna (1960-1994) ganhou novos contornos com a chegada do documentário Meu Ayrton, por Adriane Galisteu à HBO Max.

Produzida com apoio da família do piloto, a minissérie da Netflix deu amplo destaque ao relacionamento dele com Xuxa Meneghel, 62 anos, chegando a dedicar praticamente um episódio inteiro à apresentadora. Já a presença de Adriane Galisteu, 52, foi significativamente curta, limitada a poucos mais de dois minutos de tela – o suficiente para gerar críticas sobre sua exclusão da história.

Como uma resposta direta a essa leitura, Galisteu, que era namorada do piloto quando este morreu, coloca a própria voz no centro da narrativa na produção da HBO Max, narrando em primeira pessoa sua convivência com o piloto, suas memórias íntimas e bastidores do relacionamento, sem a participação da família Senna nem de Xuxa, que não aceitaram o convite.

O contraste entre as obras evidencia não apenas escolhas estéticas e de gênero – ficção baseada em fatos versus memória documental -, mas sobretudo quem detém o controle da história. Com acesso amplo a arquivos e ao aval da família, a Netflix construiu um retrato mais “oficial”, no qual Xuxa aparece como peça-chave do imaginário público em torno do ídolo. Já a HBO Max abre espaço para que Galisteu reivindique seu lugar na narrativa e questione a representação limitada que recebeu na dramatização. No fim, as duas produções iluminam dois lados do mesmo personagem e reforçam que biografias audiovisuais são, antes de tudo, pontos de vista. Quem viveu, sabe.

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