PT quase boicotou socorro financeiro aprovado pelo Congresso para as Forças Armadas
O líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), tentou desviar para outras questões 10% dos recursos aprovados -- emenda foi rejeitada, mas gerou reclamações
No início do mês, depois de um longo trabalho do ministro da Defesa, José Múcio, para negociar a liberação de recursos a projetos estratégicos da área militar do governo, o Congresso aprovou um projeto que garantiu o investimento de 30 bilhões de reais para as Forças Armadas nos próximos seis anos.
A votação ocorreu num momento crítico para a área militar, que convive com falta de recursos para sustentar o básico na atual gestão petista. Numa reunião para discutir a liberação de recursos, Múcio chegou a dizer que não havia dinheiro sequer para manter a frota de aviões oficiais voando.
A ideia de Múcio sempre foi garantir um espaço definitivo no orçamento da União para investimentos em defesa, diante da nova corrida armamentista global, que desafia a soberania de países. Essa proposta aprovada está longe de suprir as necessidades da área militar para proteger o Brasil, mas foi o possível.
Além de boicotar a área militar, a atual gestão petista nunca escondeu seu distanciamento em relação aos projetos estratégicos em curso nas forças.
Sem apoiar a destinação de recursos para a defesa, o PT, acredite, apareceu quase no final da votação na Câmara, que garantiu a liberação dos recursos, para tentar boicotar a proposta. Líder do PT, Lindbergh Farias apresentou uma emenda, quase no fim da votação, para tentar desviar parte dos recursos que irão para as Forças Armadas.
O petista queria tirar 10% dos valores para financiar a “Estratégia Nacional de Enfrentamento ao Crime Organizado”. Felizmente, a oposição na Câmara não permitiu que o PT conseguisse boicotar a área militar mais uma vez. O caso, no entanto, deixou os militares furiosos, que levaram a questão ao presidente Lula. Não consta, porém, que alguma coisa será feita pela gestão petista em favor dos militares.
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